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NÃO PERCA: INCRÍVEL DESTAQUE DA JUDOCA SURDOLIMPICA MARCELE FÉLIX

Veja recentes trabalhos e atuações da nossa judoca Surdolímpica Marcele Félix tricampeã Brasileira pela CBDS - Confederação Brasileira de Desportos dos Surdos e Bicampeã carioca Troféu Rio de Janeiro pela Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro sendo realizados no esporte e na luta por políticas públicas mais equiparadas em nossa sociedade.

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A VIDA DA JUDOCA SURDOLIMPICA MARCELE FELIX

Marcele não luta apenas no tatame, mas está engajada também em causas sociais. 

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Convocação da judoca Marcele para o Mundial de Judo 2016 na Turquia e parceria da CBJ.

  • Foto do escritor: Judoca Surdolimpica Marcele
    Judoca Surdolimpica Marcele
  • 18 de mai. de 2021
  • 3 min de leitura

Judocas surdos que vão disputar Mundial de Artes Marciais recebem quimonos durante visita à CBJ

Brasil será representado por três atletas na competição que acontecerá a partir de 18 de julho em Samsun, na Turquia.



A Confederação Brasileira de Judô segue dando o seu apoio aos mais diversos segmentos do esporte. Além do suporte aos atletas de “Judô Para Todos” e aos judocas congoleses do Time de Refugiados do Comitê Olímpico Internacional,

(Créditos da imagem e repost CBJ Notícias)

A CBJ ofereceu um enxoval completo (quimono, camisetas e agasalhos) para os três judocas que irão representar o Brasil no Mundial de Artes Marciais dos Surdos, através de uma parceria com a Confederação Brasileira de Desportos dos Surdos (CBDS). A entrega aconteceu nesta quinta-feira, 30 de julho, na sede da CBJ, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Alexandre Soares Fernandes (ASURJ/ FDSERJ/RJ), Cleiton Batista Silva (ASRP/FDSESP/SP) e Marcele Felix dos Santos Jordão (AACS/ FDSERJ/RJ), representantes do Brasil na competição, visitaram a CBJ ao lado de representantes da CBDS. A competição de judô do Mundial de Artes Marciais dos Surdos que será disputado em Samsun, na Turquia, no Salão de Esportes Canik Belediyesi Hasan Doğan, de 20 a 23 de julho. No dia 20, haverá a competição feminina em todas as categorias. No dia seguinte, é a vez do masculino. Dia 22, haverá a disputa por equipes e, encerrando o torneio de judô, no dia 23, é a vez da disputa da categoria Aberta e do Kata. Além do Brasil, outros 15 países (Bielorrússia, Bélgica, Bulgária, Canadá, Cazaquistão, França, Hungria, Irã, Mongólia, Polônia, Portugal, Rússia, Suíça, Turquia, Ucrânia) vão disputar a competição de judô. O Campeonato Mundial de Artes Marciais para Surdos começa no dia 18 com as competições de Karatê e Tae-kwon-do. Surdolímpiada - O Mundial acontece um ano antes da Surdolimpíada (Deaflympics), na mesma cidade que sediará a principal competição para surdoatletas. Organizada pelo Comitê Internacional de Desportos de Surdos (ICSD na sigla em inglês) e com periodicidade de quatro anos, a Surdolimpíada surgiu na França com o nome de Jogos Internacionais Silenciosos em 1924. Desde 2000, adotou-se o nome Surdolimpíadas. Ao todo, são disputadas 20 modalidades na competição. A primeira vez que o Brasil enviou representantes para a Surdolimpíada foi em 1993, em Sofia, na Bulgária. A primeira medalha conquistada pelo país foi em 2009, na Surdolimpíada de Taipei, em Taiwan. Alexandre Soares Fernandes fez história ao conquistar a medalha de bronze no judô, categoria até 81 kg. Surdoatleta - A Confederação Brasileira de Desportos dos Surdos explica que os surdos que desejarem ser atletas devem procurar uma Associação de Surdos na sua cidade e tornarem-se sócios. A pessoa surda deve participar dos eventos nacionais por meio de seus clubes ou federações desportivas. Após esse processo, a comissão técnica da seleção de cada modalidade convoca os melhores surdoatletas para treinamentos e competições. Para comprovar a surdez, o atleta deverá se submeter a uma audiometria que acuse uma perda de audição acima de 55dB nos dois ouvidos. Para participar nos eventos internacionais, é preciso preencher um formulário no padrão internacional, fornecido pelo ICSD. Uma vez aprovada, a pessoa será considerada surda e não será necessário repetir os exames de audiometria. Repost CBJ em:


Nota da assessoria da atleta Marcele Félix:

Infelizmente a atleta Marcele Félix não pode participar deste mundial em 2016, pois os kimonos necessários pro combate no mundial na Turquia deveriam possuir o selo da FIJ - Federação Internacional de Judo e a atleta não teve como adiquirí-los por ausência de patrocínio. Era um total de 4 kimonos: 2 brancos e 2 azuis pelo regulamento internacional era obrigatório ter o selo da FIJ. O custo para aquisição dos kimonos timbrados girava entorno de 4 salários mínimos. Os kimonos doados pela CBJ poderiam ser usados apenas para treinos, pois não tinham o selo da FIJ.

 
 
 

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